História do retrato

June 9, 2015

 

Um retrato é uma pintura, fotografia ou outra representação artística de uma pessoa. O mais famoso exemplo de um retrato é a La Gioconda de Leonardo da Vinci.

Os fotógrafos aprenderam com os artistas plásticos, a famosa regra dos terços,assim como os cineastas e a televisão.

No retrato clássico, a regra dos terços diz que os olhos da pessoa fotografada deve estar a altura de um terço superior, assim como a linha do horizonte na paisagem. A pessoa não deve ficar de frente e no centro, como se faz quando se tira uma foto para documento. A pessoa deve estar com perfil parcial , costas próxima a uma das margens , e frente voltada levemente para o lado maior da foto, tendo os olhos direcionados à objetiva da câmera. Olhos baixos significam depressão e tristeza, olhos altos, indicam altivez e contemplação.

Referência- Wikipédia

 

O retrato é talvez o mais poderoso gênero da história das artes visuais, com uma presença que se estende desde pelo menos o século 270 a.C. até os dias de hoje. O fascínio que exerce sobre a imaginação humana é único: continua a ser um elo privilegiado entre a razão e o espírito mágico, que não abandona a humanidade. Isso porque o retrato tanto se entrega ao olhar do observador como o observa atentamente, o que pode ser ao mesmo tempo reconfortante e ameaçador.

Os primeiros retratos autônomos ( que não mais são parte da arquitetura ) surgem no século 13 e ganham impulso com a invensão da portátil tela de pano como suporte ( o mais antigo exemplo da pintura sobre tela é uma madona de 1410). Os retratos deste grupo são ditos "de aparato". A imagem construida pelo artista deve ser impressionante, o retratado é mostrado como "alguém especial", subtraído quase aos acidentes do efêmero. Daí serem de certo modo atemporais: não fosse pelas roupas (retratos de mulheres despidas sempre foram aceitáveis mas de homens nus, depois dos tempos clássicos, só na arte contemporânea), que ajudam a configurar e situar os que as envergam, os retratados quase estariam fora de um lugar e de uma época determinados. 

 

Os primeiros foram os da realeza, do alto clero e da aristocracia, donde serem naturalmente "de aparato" ( no Renascimento surgem os retratos das pessoas mais comuns ou , em todo caso, os burgueses). Como toda pintura de gênero, o que primeiro se retrata aqui é o próprio código a que a obra pertence - no caso, a própria pompa em si mesma. O retratado existe porque a pompa existe.

Referência - MASP - Museu de arte de São Paulo

 

 

 

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